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Posts from the ‘ESPINHO’ Category

30
Dez

Os números de 2012


Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um excerto:

600 people reached the top of Mt. Everest in 2012. This blog got about 4.200 views in 2012. If every person who reached the top of Mt. Everest viewed this blog, it would have taken 7 years to get that many views.

Clique aqui para ver o relatório completo

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16
Jun

O FEIÍSMO


“Feiísmo é denúncia, é desconformidade, é desarmonia provocada, é subversão que bate nos olhos, é caspela de ferida interna que supura.”

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Eu pensava que era anedota mas vão mesmo inaugurar isto com pompa e circunstância, hoje 16 Junho – Dia da Cidade de Espinho.

E a coisa vai ser mais ou menos assim:

O Pinto(r) Moreira vai fazer um discurso a exortar as alucinadas referências deste escarro à matriz de Espinho, aos paralelos com que se construíram as ruas da cidade, aos quarteirões e às cores dos barcos de pesca.

O engenheiro autor do projecto abanará compulsivamente a cabeça em sinal de acordo e acrescentará, também, o colorido da feira semanal (dos legumes aos trapos) e as cores dos guarda sóis de praia…

Um grupo de funcionários da CME que voluntariamente foram obrigados a comparecer batem palmas dão vivas em uníssono; o patrocinador das tintas distribuirá gomas de todas as cores, excepto cor de rosa (a côr proibida).

E segue a carneirada, rua acima rua abaixo, com o Pinto(r) à frente, em marcha histérica até à Alameda-feita-num-8 para assistir aos jogos do Euro 2012.

Um dia em cheio!

Nota final: ó Pinto(r) Moreira, se queres fazer alguma coisa para a posteridade, mesmo que seja uma simples rotunda, faz algo que não seja para demolir já no próximo mandato!

13
Abr

REALIDADE AUMENTADA


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“A história repete-se, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”
Karl Marx

Os verdadeiros heróis sabem sempre quando sair de cena.
Foi assim com Shane, no cinema, mas também com Lucky Luke, na banda desenhada.

Tranquilamente e sem voltarem para trás, retomam o seu caminho, em silêncio ou cantarolando: “I’m a poor lonesome cow-boy” …

Não são assim os políticos.

Os políticos acham-se iluminados, proféticos, inesquecíveis e pensam que duram para sempre – como as pilhas Duracell.

Pior, acham que lhes devemos toda a nossa atenção, que temos de lhes aturar a embriaguês pelo poder, os amúos, as pieguices e as vingançazinhas.

A nossa democracia tem sido bastante tolerante com a ideia de que um político pode fazer o que lhe dá na real gana, mesmo que seja só para satisfação do seu próprio (e inchado) ego.

E, por qualquer razão obscura, eles acham que não compreendemos a sua bondade estratégica e que, por isso, somos ingratos e uns mal agradecidos.

Os políticos da terrinha conseguem ser ainda piores!

Vem isto a propósito do regresso – qual Fénix renascida das cinzas – daquele que ficou para a história por ter introduzido o comboio num buraco.

Só quem se recusa a aprender, a tirar lições dos seus próprios erros, pode ter um dia a ilusão de que a história se repete e de que vai voltar a ser aclamado por aqueles que noutros tempos (muito) o ajudaram mas que ele abandonou na hora da derrota.

E, o mais que provável é que, não só, não se repita como ainda possa tornar fértil o aparecimento de uns quantos medíocres e ressabiados oportunistas a candidatarem-se ou a chantagiarem um lugar elegível.

Teremos então a mais que certa probabilidade desta farsa dar para o torto e sermos obrigados a que aturar estas “ratazanas fascistas” até à eternidade.

Isso sim seria uma tragédia.

6
Abr

A MORTE DO PALHAÇO


 

Feliz do homem que não espera nada, pois nunca terá desilusões.
Alexander Pope

Já falta pouco para desmanchar a tenda e o Circo partir.
Desiludam-se os que pensavam que esta trupe de aprendizes vinha para ficar outra temporada. Os trapezistas, palhaços, bailarinas e ratazanas amestradas já estão de malas aviadas de regresso à vidinha de saltimbancos.
Na memória ficaram algum tristes espectáculos sem moral nem arte,umas quantas contas por pagar e uma herança pesada: o tempo perdido.

Aparentemente, o que se segue é um Circo que já cá esteve umas temporadas seguidas.
Por negligência ou estupidez um dia a tenda veio abaixo e apresentador saiu zangado e levou a caravana para outro lado.
Mas correram com ele antes que desse espectáculo.
E é por isso que vai voltar para se rir e … vingar.
É um apresentador experiente mas a estrela da companhia é um velho dinossauro que come da mão de toda a gente e que morde pela calada. É um dejà vú sem magia e sem graça.
O povo diz que se não enxotarem o dinossauro e não contratarem novos artistas a companhia vai levar o maior apupo e humilhação de sempre.

Mas há quem jure já ter visto por aí outra caravana!

 

6
Out

COINCIDÊNCIAS E DESFAÇATEZ


Ainda sobre o Plano de Pormenor do Estádio do Sporting Club de Espinho

O tal arquitecto que disse não ter nada a ver com de um pedido de esclarecimento, por sinal substancial, no âmbito da consulta publica, abrindo caminho para o arquivamento da mesma, ESTÁ A CONCORRER PARA A CHEFIA DE UMA DIVISÃO na CME!

Coincidências!

Entretanto e quase por misericórdia a Assembleia Municipal de Espinho lá aprovou o referido Plano de Pormenor, apenas com as vozes discordantes do costume, mas sem grande mossa. Resta saber que sucesso poderá ter um empreendimento imobiliário daquela dimensão rodeado de um ambiente terceiro mundista e numa conjuntura de crise  em que se entregam ao banco, por mês, 5oo habitações!

Este será, por certo, mais um passo estratégico da CME e SCE.

Finalmente, e porque rir é o melhor remédio, leia-a o RELATÓRIO DE ANÁLISE E PONDERAÇÃO DAS PARTICIPAÇÕES RECEBIDAS DURANTE O PERÍODO DE DISCUSSÃO PÚBLICA, que mais parece um guião das Produções Fictícias! E, porque a presunção e a desfaçatez é grande aqui fica uma planta do Rockefeller Center, em Nova Iorque para ajudar a decifrar o conceito da praça anorética.

22
Set

N. S.ª os Ajude (missiva aos trabalhadores da CME)


Imagino que nos últimos dias vos tenham azucrinado a cabeça com coisas do tipo:

“Minhas Senhoras e meus Senhores

Quero agradecer penhoradamente a presença de todos, o que muito nos sensibiliza e estimula.

Mas quero dirigir-me em primeiro lugar a todos os trabalhadores da Câmara que de uma forma comprovadamente civilizada, séria e transparente, não faltaram ao trabalho no dia 19 de Setembro, tradicionalmente feriado municipal de N. Sr.ª da Ajuda.

Saúdo, por isso, todos os trabalhadores por mais uma vez ter demonstrado a sua maturidade política num período de presentes dificuldades económicas.

E asseguro a todos que nenhum episódio, mesmo que pontual e irreflectido, foi ou será capaz em alguma circunstância de colocar em causa ou adulterar a expressão livre, autêntica e consciente da decisão desta Câmara.

A bem da Nação.”

BLA BLA BLA

Meus caros, a fama do feriado de N. S.º da ajuda já vem de longe. Não é altura para vos tirar.

Por isso e porque imagino que no dia de hoje estejam a contar moscas, aqui vai um link para contrariar o stress.

https://peixearanha.wordpress.com/

É grátis, é solidario e não dói.

Espalhem a notícia

Saudações cordiais

Peixe Aranha

13
Set

Perguntar ofende quem?


Porque é que a Câmara decidiu este ano acabar com o tradicional feriado de segunda feira de Senhora da Ajuda, devido à conjuntura que atravessamos, e não decide por fim ás tradicionais romarias, de carro e com motorista, do Presidente à hora de almoço, entre o Edifício da Câmara de Espinho e o Restaurante “A Canastra”, a uns distantes 650 metros(!), que todos pagamos? Não seria altura, em tempos de austeridade do exemplo vir de cima? Pelos vistos as tradições também se mudam.

12
Set

Para que conste


Para que coste aquí fica uma cópia da queixa que apresentei no IGAL. Espero que seja a machadada final nestes concursos oportunistas. Caso contrário, o próximo passo é o Ministério Público.

Exmo Senhor
O Inspector-Geral da
Inspecção Geral das Autarquias Locais – IGAL

A 11 de Novembro de 2010, o Dr. Joaquim José Pinto Moreira, Presidente da Câmara Municipal de Espinho, tornou público no Diário da República o Aviso n.º 23108/2010, relativo à nomeação em regime de substituição de dirigentes de 1.º e 2.º graus, por um prazo de 60 dias, conforme documento anexo.

O prazo de 60 dias foi largamente ultrapassado, sem prorrogação, mantendo-se os nomeados em funções e com remunerações de cargos dirigentes.

A 21 de Julho e 4 de Agosto de 2011, o mesmo autarca, fez publicar em Diário da República, dois Avisos relativos à abertura de procedimentos concursais para provimento de cargos de direcção intermédia de 1.º e 2.º graus, respectivamente, os Avisos n.º 14676/2011 e 15456/2011, conforme documentos anexos.

Em ambos existem violações graves da Lei.

Vejamos:

O ponto “5 – Método de Selecção”, refere que esta será feita por um conjunto de 3 etapas, a saber:

“5.1 — Avaliação Curricular: Visa avaliar as aptidões profissionais dos candidatos na área para que o procedimento concursal é aberto, com base na análise do respectivo currículo.

5.2 — Definição de Objectivos: Apresentação de um conjunto de objectivos, com o máximo de duas páginas, que considerem adequados à unidade orgânica a que se candidata, tendo em conta o Regulamento Orgânico dos Serviços Municipais da Câmara Municipal de Espinho, publicado no Diário da República n.º 184, 2.ª série, de 21 de Setembro de 2010 (Aviso n.º 18659/2010) disponível em http://www.cm -espinho.pt. 2010.

5.3 — Entrevista Pública: Visa avaliar as aptidões profissionais e pessoais dos candidatos para o exercício do cargo em questão.”

Verifica-se que, no que respeita aos pontos “5.1 – Avaliação Curricular” e “5.3 – Entrevista Pública”, não foram divulgados, nem no Aviso de abertura do concurso, nem em Acta do Júri (já nomeado), nem em qualquer outro local ou documento a que os candidatos pudessem ter tido acesso dentro do prazo (10 dias), os parâmetros ou critérios de avaliação e respectivas ponderações.”

Ora, o DL 204/98, de 11 de Julho, que regula o concurso como forma de recrutamento e selecção de pessoal para os quadros da Administração Pública, bem como os princípios e garantias gerais a que o mesmo deve obedecer, dispõe na alínea.b) do nº 2 do art. 5º, o seguinte:

“A divulgação atempada dos métodos de selecção a utilizar, do programa das de conhecimentos e do sistema de classificação final”.

e, ainda, na alínea g) do nº 1 do art. 27º, que:

“O concurso público é aberto por Aviso, que contém, designadamente, a «Indicação de que os critérios de apreciação e ponderação da avaliação curricular e da entrevista profissional de selecção, bem como o sistema de classificação final, incluindo a respectiva fórmula classificativa, constam de actas de reuniões do júri do concurso (…)”.

Por conseguinte, parece não existirem dúvidas de que foram violadas a al. b) do nº 2 do art. 5º e a al. g) do nº 1 do art. 27º do DL 204/98, o que importa violação dos princípios da imparcialidade e transparência concursais.

Mas, há mais.

O ponto “7 – Composição do Júri” do aviso n.º 15456/2011 refere um mesmo Júri para todos os concursos sendo composto por:

“7 — Composição do Júri:
Todos os Concursos — Presidente, Dr. Joaquim José Pinto Moreira, Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Dra. Maria de Fátima Pinto da Costa, Directora de Departamento Municipal de Recursos Humanos da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e Doutor Francisco José Lage Campelo Calheiros, Professor Associado do Departamento de Engenharia Civil, da Faculdade de Engenharia, da Universidade do Porto.”

Verifica-se que nos Concursos designados por B e D, para os quais se exige, como requisito a licenciatura em Arquitectura, não cumpre a Lei n.º 51/2005 de 30 de Agosto, já que o Júri de recrutamento não integra “pessoa de reconhecida competência na área funcional respectiva, designado por estabelecimento de ensino de nível superior ou por associação pública representativa de profissão correspondente”, conforme dispõe a alínea c) do nº3 do art. 21º.

Assim, solicitamos que os orgãos com responsabilidades hierárquicos e tutelares assegurem os procedimentos necessários à reposição da legalidade e, por conseguinte, à anulação dos referidos concursos bem como de todos os actos administrativos relacionados.

Carlos de Melo Sárria, arqt.º

1
Set

K7C – Cá-sete-quê?


Realizaram-se ontem, 8 de Outubro, as 12 horas karting designadas por  “Cá-sete-quê?” e não, como anteriormente tínhamos referido “48 horas de Karting – Cassufas 2011”. O Presidente da Comissão Municipal de Eventos – CME – também deu algumas voltas no circuito com um Kart adaptado para provar que também é possível fazer compras no comércio local, dentro do próprio circuito e enquanto se corre.

30
Ago

It´s funny because its true!


A 4 de Agosto de 2011 o Presidente da Câmara Municipal de
Espinho fez públicar em Diário da República, 2.ª série — N.º 149 — Aviso n.º 15456/2011 que abre
vários procedimentos Concursais para Cargos de Direcção Intermédia, entre os quais:

Concurso B – Chefe do Gabinete de Planeamento Estratégico (equiparado a Chefe de Divisão)
Concurso C – Chefe da Divisão de Obras Particulares e Licenciamentos
Concurso D – Chefe da Divisão de Manutenção de Equipamentos Municipais

devendo os candidatos possuir preferencialmente a Licenciatura em Arquitectura (Concurso B e D), Arquitectura ou Engenharia Civil (Concurso C).

Ainda na mesma data fez publicar na BEP – Bolsa de Emprego Público as ofertas e os respectivos conteúdos funcionais de cada cargo B (Código de Oferta OE201108/0127), C (Código de Oferta OE201108/0132) e D (Código de Oferta OE201108/0134)

Diferentes Cargos e diferentes Licenciaturas têm TODOS o mesmo conteúdo funcional e, é impressão minha ou estes conteúdos têm pouco ou nada a ver com Arquitectura ou Engenharia? Verifique!

“Conteúdo Funcional:
a) Prestar apoio e informação técnico -jurídica sobre quaisquer questões
ou processos que lhe sejam submetidos pela Câmara Municipal,
Presidente, Vereadores ou pelos serviços municipais;
b) Dar parecer sobre as reclamações ou outros meios graciosos de
garantia que sejam dirigidos aos órgãos da autarquia
, bem como sobre
petições, representação ou exposições sobre actos ou omissões dos órgãos
municipais ou sobre procedimentos dos serviços, em articulação com
os respectivos serviços municipais;
c) Elaborar, sob proposta dos serviços respectivos, projectos de
posturas e regulamentos municipais
e providenciar pela actualidade e
exequibilidade das disposições regulamentares em vigor que caibam
nas competências dos órgãos do Município, em articulação com os
respectivos serviços municipais;
d) Apoiar a actuação da Câmara na participação a que esta for chamada,
em processos legislativos ou regulamentares
;
e) Assegurar patrocínio judiciário nas acções propostas pela Câmara
ou contra ela, bem como nos recursos interpostos contra os actos dos
órgãos do Município, garantindo o apoio necessário quando o patrocínio
for assegurado por mandatário alheio ao Gabinete;
f) Assegurar a defesa dos titulares dos órgãos ou funcionários quando
sejam demandados em juízo por causa do exercício das suas funções,
salvo quando o Município surja como contraparte destes;
g) Instruir, em articulação com os serviços competentes, os processos
que se refiram à defesa dos bens do domínio público a cargo do Município
e ainda do património que integre o seu domínio privado, bem
como assegurar as participações crime por actos que indiciem a prática
de actos tipificados como crime contra o Município
;
h) Efectuar estudos e pareceres de carácter jurídico;
i) Colaborar com os serviços municipais nas comunicações a entidades
exteriores, públicas e privadas, designadamente no que concerne à
pronúncia em sede de contraditório, resultantes de acções inspectivas
ao Município;
j) Prestar apoio jurídico à Divisão de Apoio Administrativo;
k) Prestar apoio jurídico à Divisão de Controlo Financeiro no âmbito
dos processos de cobrança coerciva;
l) Assegurar a instrução dos processos disciplinares e averiguações
internas aos serviços e trabalhadores do Município;
m) Uniformizar as interpretações jurídicas;
n) Criar e manter uma base de dados actualizada de normas e modelos
regulamentos internos
, normas e demais legislação em vigor aplicável ao
Município, em articulação com a Divisão de Apoio Administrativo;
o) Realizar, juntamente com os vários serviços, acções internas de
modernização de práticas administrativas, actualização legislativa e
enquadramento administrativo;

p) Elaborar estudos jurídicos sobre matérias de relevância municipal
e promover a sua divulgação;
q) Elaborar documentos de interesse municipal a solicitação dos
órgãos autárquicos ou dos serviços;
r) O exercício, em geral, de competências que a lei atribua ou venha
a atribuir ao município relacionadas com as descritas nas alíneas anteriores.” (sublinhados nossos)

Tendo en conta o referido conteúdo funcional, não deixa de ser curioso saber como os putativos candidatos irão responder a um dos “Métodos de Selecção” (ponto 5.2) em que se pede uma “Definição de Objectivos”, isto é, a “Apresentação de um conjunto de objectivos, com o máximo de duas páginas, que considerem adequados à unidade orgânica a que se candidata (…). Verdadeiramente Kafkiano!

Concorda? Clique aqui.
Mas há mais! Como não há duas sem três, voltaremos a este assunto.
Fica para a próxima!

PS: Relacionado com outro aspecto do mesmo concurso abordado num post anterior, já seguiu uma reclamação para a Câmara Municipal de Espinho, Inspecção Geral das Autarquias Locais e Ordem dos Arquitectos com o seguinte teor:

Exmo. Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Espinho
Na sequência da publicação no Diário da República de 4 de Agosto de 2011 (…) e, na mesma data, no portal da Bolsa de Emprego Público (…), dos avisos relativos ao Procedimento concursal para provimento de cargos de direcção intermédia de 1.º e 2.º graus, cumpre-me apresentar uma reclamação fundamentada no facto de que, nos Concursos designados por B, C e D, para os quais se exige, como requisito formal, a licenciatura em Arquitectura, não ter sido cumprida a Lei, já que o júri de recrutamento não integra “pessoa de reconhecida competência na área funcional respectiva, designado por estabelecimento de ensino de nível superior ou por associação pública representativa de profissão correspondente” .
Os melhores cumprimentos
Carlos de Melo Sárria, arqt.º

29
Ago

Onde está Kadhafi?


Já é oficial. Kadhafi está em Espinho.
O Coronel escolheu Espinho “por ser a Rainha da Costa Verde, por ter a maior concentração de tendas de Portugal e por ter encontrado alguém que, tal como ele, também gosta de farturas”
Kadhafi irá participar nos “Ernestos 2011”.

9
Ago

O Plano simples da CME para a salvação do SCE


“Espinho sempre foi, e continuará seguramente a ser, uma terra de liberdade, de verdade e de fair play democrático.”
– Pinto Moreira, 03.11.2009, in “DISCURSO DA TOMADA DE POSSE…”

Durante o período de discussão pública do “PLANO DE PORMENOR DO ESTÁDIO DO SPORTING CLUBE DE ESPINHO”, deu entrada na Câmara Municipal de Espinho em 30.05.2011, uma exposição do arquitecto Bruno Gomes Marques, cujo conteúdo substancial e bem fundamentado, levantava questões relevantes para o interesse público.

A carta continha a indicação de que teriam sido enviadas cópias para outras entidades, entre as quais, o Ministério Público, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional – Norte (que em 22.06.2011 viria a solicitar esclarecimentos à Câmara) e as Concelhias dos partidos políticos (PSD, PS, CDS, CDU e BE).

Mais tarde, a Câmara convocou o arquitecto Bruno Gomes Marques para uma “reunião de trabalho“, que se realizou em 04.07.2011, junto do Departamento de Gestão Urbanística.

Segundo o esclarecimento prestado pelo Sr. Presidente da Câmara sobre a referida exposição, por carta,o arquitecto Bruno Gomes Marques “declarou não ser autor da mesma, desconhecer o seu conteúdo e que iria apresentar queixa-crime contra desconhecidos junto do Ministério Público“!

Se, por um lado, as declarações do putativo autor da exposição surpreendem, por outro, surpreende mais que o tenham conseguido convocar porque a morada indicada no envelope, “Via Panorâmica, 9 4150-564 Porto”, não existe!

Ao reduzir este facto a um simples episódio burlesco a resolver noutro foro, a Câmara evita, a todo o custo, comentar o conteúdo da exposição e parece querer fazê-la esquecer rapidamente e de forma definitiva, sem dar a oportunidade de analisar e discutir o seu conteúdo. Porquê?

Seria desejável que as autoridades com competência na matéria não tomassem a nuvem por Juno e investigassem este assunto a fundo.

4
Ago

O concurso da treta


Pela calada e em Agosto, como convém, o Presidente da Câmara Municipal de Espinho, fez publicar hoje, 04.08.2011, em DR o Aviso n.º 15456/2011 relativo ao Procedimento concursal para provimento de cargos de direcção intermédia de 1.º e 2.º graus.
Os putativos candidatos que se desiludam! Os lugares já “estão” ocupados (para ver clique aqui). Como anda tudo a banhos e ninguém nota, ninguém protesta.

11
Fev

Um tempo especial


No passado dia 1 de Setembro de 2010 a Câmara Municipal de Espinho aprovou, por unanimidade o Regulamento da Organização dos Serviços Municipais e, implicitamente o seguinte Organigrama.

Posteriormente, a 11 de Novembro, o Presidente da Câmara fez publicar um Aviso no Diário da Republica para a “Nomeação em regime de substituição de dirigentes de nível intermédio de 1.º e 2.º grau”, isto é, Directores de Departamento e Chefes de Divisão.

E deu um prazo: 60 dias.

Era expectável que dentro desse prazo se desse início ao procedimento tendente à nomeação de novos titulares, lançando o Concurso para Cargos Dirigentes. Seria a correcta forma de agir.

Mas tal não aconteceu, e os 60 dias úteis já lá vão e as substituições cessaram.

Ora, de acordo com a Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro
os titulares de cargos de direcção intermédia são recrutados de entre funcionários dotados de competência técnica e aptidão para o exercício de funções de direcção, coordenação e controlo, que reunam, cumulativamente, os seguintes requisitos:

a) Licenciatura;
b) Aprovação no curso de formação específica previsto no artigo 12.º;
c) Seis ou quatro anos de experiência profissional em carreiras para cujo provimento seja legalmente exigível uma licenciatura, consoante se trate de cargos de direcção intermédia de 1.º ou 2.º grau, respectivamente.

Esta é a regra actual.

Mas, porque não há regra sem excepção, há quem seja poupado e possa ter um vencimento equiparado ou superior ao de um cargo dirigente. São os elementos dos Gabinetes de Apoio, maioritariamente dependentes do Presidente. Um lugar excelente para os que não querem passar pelo Concurso Público, ou que já passaram mas deram-se mal. Como diria o Octávio Machado, “vocês sabem do que estou a falar!”

É certo e sabido que muitos dos recém-nomeados não terão frequentado nem tido aproveitamento nos cursos de formação específica a que a lei obriga e por isso devem andar preocupados. Um corte de umas centenas de euros no ordenado nos próximos três anos não é propriamente agradável. Aliás o corte deve ser dado já este mês (Fevereiro) para que a legalidade se cumpra.

Este é, de facto, um tempo (muito) especial! ….

27
Jan

DESAFOGO?


O assunto não é novo.
Mas, a semana passada, esta Câmara alterou o PGU – Plano Geral de Urbanização, conforme Aviso em Diário da Républica.
Deu uma nova redacção ao Artg.º 7.º e brindou-nos com um conceito original na alínea do Artg.º 8.º, onde se lê: “As edificações devem garantir uma correcta inserção urbanística com a envolvente, garantindo, também o desafogo lateral e posterior da construção”!
“Desafogo”?
Lendo no Dicionário, desafogo, significa desabafo, alívio, desembaraço, largueza de meios; independência.
O que é que isto tem que ver com normas urbanísticas? Isto mede-se? Pesa-se?
Há também uma definição possível e interessante: diminuição de um peso físico ou moral!
Talvez seja mais essa a estratégia …

27
Dez

A ALAMEDA (feita num) 8!


“Galinhas apressadas têm os pintos carecas”
– Provérbio Popular

Esta Câmara tirou um coelho da cartola ao limpar a superfície libertada pelo rebaixamento da linha e restituí-la à cidade. Cidade que estava ansiosa pela devolução deste nobre espaço público, permanentemente vedado e que acumulava cada vez mais lixo.
Houve até quem atribuísse inspiração divina a esta ressurreição em véspera da passada época balnear!
Cerca de meio milhão de Euros depois de uma intervenção apressada, que não foi mais do que um penso rápido numa ferida infectada, o que fica é uma obra “provisória” e demasiado cara. Deu para animar a malta mas não curou a ferida.
Com um programa pobre e efémero, sem infraestruturas nem gosto, a Alameda 8 está, irremediavelmente, feita num 8!
E agora, qual é a estratégia que se segue? Pergunta ingrata, mas pertinente, depois da euforia do “reveillon”.
Em 2011 haverá mais do mesmo? Mais decibeis à solta?
A Câmara vai continuar a adiar a adjudicação do projecto de execução ao agrupamento vencedor do “Concurso Público, no âmbito da União Europeia, para a Elaboração do Projecto de Equipamentos e Arranjos Exteriores da plataforma à superfície, na sequência do rebaixamento da Via-férrea, no atravessamento da Cidade de Espinho” e continuar, assim, a boicotar o início de uma obra com a qualidade que Espinho merece?

20
Dez

NOVO EMBRULHO PARA VELHOS PROJECTOS


“As melhores estratégias são escritas no pretérito.”

Mais de um ano depois de tomar posse o novo executivo da CME conseguiu por cá fora um “novo” projecto.
No artigo publicado no jornal “Defesa de Espinho” de 2010.12.09 é dito que “na sequência da aprovação em reunião de câmara dos projectos de valorização e qualificação ambiental da faixa litoral, o presidente da edilidade convocou para a reunião de trabalho os presidentes das juntas de freguesia de Espinho, Silvalde e Paramos, as freguesias que serão alvo de intervenção”.
A fotografia mostra os quatro autarcas deleitados com o projecto.
Ao lado, um desenho.

Se repararem com atenção na legenda do desenho, ao lado do logotipo do gabinete CNLL, está escrito “Concurso para a empreitada de concepção/construção de Valorização a Marginal Sul de Espinho – Projecto de Execução” e até tem uma data “Junho de 2000”!?
Tanta pompa e circunstância por um projecto requentado, aprovado e pago pelo executivo anterior?
Estes fregueses, que deviam conhecer a sua freguesia, não se terão ainda apercebido de que o mesmo já foi parcialmente executado.
E não foi na totalidade porque, à época, a CME não tinha dinheiro para proceder às expropriações necessárias porque o PRUM (QCA I e II) não contemplava verbas para expropriação e/ou aquisição de terrenos.
Como o ON2 – O Novo Norte, não foge à regra, é de esperar que tudo fique na mesma!
Desculpem lá, mas eu não podia ficar calado com tamanha batotice.
Boas Festas!

18
Maio

PROVIDÊNCIA CAUTELAR, JÁ!


Participei no Jurí do “Concurso Público, no âmbito da União Europeia, para a Elaboração do Projecto de Equipamentos e Arranjos Exteriores da plataforma à superfície, na sequência do rebaixamento da Via-férrea, no atravessamento da Cidade de Espinho”, que elaborou a Proposta de Classificação, homologada pela CME em 5 de Abril 2008, que ordenou os 15 concorrentes e atribuiu os seguintes prémios:

1.º Prémio Arquitectos Rui Lacerda, Francisco Mangado e João Álvaro Rocha
2.º Prémio Cirurgias Urbanas, Lda
3.º Prémio Atelier do Corvo, Arquitectura e Urbanismo

Sobre o projecto do Agrupamento do Arq Rui Lacerda foi dito: “(…) solução desenvolvida com base de numa matriz de desenho de pavimento – rede distorcida – que tudo parece unir, cerzir ou regular, donde emergem construções pontuais, quase sempre associadas a espaços verdes e espelhos de água, dotados de grande flexibilidade e adaptabilidade à mudança de usos de um espaço público contemporâneo.”

O que não compreendo é que passado todo este tempo, nem a outra Câmara nem esta, tenham concluído o processo, nomeadamente cumprindo, uma das recomendações do Júri, “(…) definir e estabelecer o número e a prioridade dos equipamentos a construir sobre a plataforma”, fundamental para se aferirem custos de obra e honorários;

Justificar a intervenção em curso no local, à margem do projecto, com os atrasos do mesmo, é, no mínimo, faltar à verdade e pura demagogia!

Que “projecto”, se o Contracto para a elaboração do Projecto de Execução com o Agrupamento vencedor NUNCA foi assinado?

Quem é então o autor projecto que estão a executar? Não se sabe!
Podia ter sido executada, atempadamente, uma intervenção com base na matriz do projecto vencedor, que tivesse reaproveitamento futuro? Podia!
Foi consultado o Agrupamento vencedor? Não!

O risco destas soluções à pressa, instantâneas, higiénicas, precárias, ditas de “baixo custo” (que ninguém divulga), para “rentabilizar”, para “animar”, é que vêm, de facto, para ficar. Custa tanto fazer mal como fazer bem e, mais tarde, ninguém vai querer ver aquela zona outra vez transformado em estaleiro, muito menos daqui a 2 ou 3 anos, em vésperas de novas eleições autárquicas. Irá a Câmara constituir um ónus de renúncia sobre as obras que forem agora executadas? Como a irão julgar os munícipes sabendo que o dinheiro gasto será para deitar fora?

Como algures alguém disse e concordo: “é como pôr um penso rápido numa ferida infectada!”
Devia-se avançar já para uma PROVIDÊNCIA CAUTELAR e parar, com urgência o disparate, em nome de ESPINHO!

4
Maio

ESPICHE JÁ!


É um facto que José Mota é o único grande culpado pela situação criada com o enterramento da linha.
E, também, pelos atrasos na elaboração do projecto de execução. E por ter colocado a batata quente nas mãos de Pinto Moreira.
Mas a intervenção, seja ela qual for, não se pode adiar mais!
Até porque Pinto Moreira já afirmou, por várias vezes, que este Verão tudo estaria diferente e ia haver muita animação.
“Vamos aproveitar aquela laje de superfície que está votada ao abandono (…) e vamos devolver o espaço à cidade, procurando dinamizá-lo diariamente.” (Pinto Moreira, in Grande Porto, 2 de Abril de 2010)
Vejamos pois, no pouco tempo que resta, quais os cenários mais prováveis e qual a solução!

Forças
A grande visibilidade
O simbolismo da intervenção

Fraquezas
A falta de ideias
A falta de dinheiro
A nortada e a areia

Oportunidades
Ver o Mundial 2010 em ecrâ gigante
Estacionar carros à borla
Festa da Cerveja 2010
Festa NS da Ajuda (Carroceis, matraquilhos e cebolas)
Música Pimba
Batalha de Flores
Uma pista de aterragem alternativa

Ameaças
Os velhos do Restelo
O calçadão Maia e Brenha
O PSD
A pista do aeródromo de Paramos

A solução:
Espichem tudo! De que é que estão à espera?
O espiche (cf. piche, asfalto, betuminoso, alcatrão) é barato e… É ESPINHO É ESPICHE, marca!
Tem resultado em vésperas de eleições, sobretudo nas freguesias e, como o tempo já é pouco e, pelo andar da carruagem não vai ser neste mandato, nem no próximo, que vamos ter projecto de execução e muito menos obra, parece uma boa malha.
A “boulevard ajardinada”, vai ter que esperar.
Bora lá.
Espiche, já!

27
Abr

A CARROÇA À FRENTE DOS BOIS


Esta Câmara lenta afinal prepara-se para bater o record de revisão de um Plano em 15 dias.
Tanta eficiência até parece mal.
Se bem se lembram o antigo PGU (Plano Geral de Urbanização) foi uma prótese colocada no PDM (Plano Director Municipal) ainda em vigor.
Agora que se está a rever a revisão do PDM, faz sentido rever a prótese sem rever o corpo?
Os termos de referência são intencionalmente vagos. Não é claro o que estamos a discutir: se uma simples alteração ao Regulamento se ao próprio PGU.
O espírito do Decreto-Lei n.o 46/2009, de 20 de Fevereiro. (Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial) não é propriamente o de andar a ressuscitar cadáveres.
Pode dar jeito, mas não é!
Aliás, o PGU não era, nem é, um “território” independente. Em 1994 perdeu a sua “soberania” ao ser “conformado” – palavra muito cara aos técnicos de plananeamento urbano – com o PDM.
Se há um problema de regulamentação, que deixa à beira de um ataque de nervos os proprietários de bares e discotecas, resolva-se em sede de PDM ou, em última análise, faça-se aprovar um conjunto de normas provisórias até à sua aprovação.
Se querem mesmo mexer a sério na zona industrial, acabem com a sua obsoleta localização, na continuidade da Rua 20, herdada do PGU de 73. Criem uma nova zona industrial, em Paramos, “geminada” com a de Esmoriz e servida pelo Nó n.º5 do A29, e criem uma nova zona de expansão urbana, baseada na malha ortogonal para Sul da Rua 43.
Tudo isto me parece uma grande trapalhada de quem já meteu A CARROÇA À FRENTE DOS BOIS!
E, já agora, fica a pergunta:
– As obras, clandestinas, que se estão a executar na antiga fábrica de Móveis Reis, têm a ver com este sentido de “oportunidade” ou com os preparativos para a visita do Papa?

Ler mais, se for masoquista

9
Abr

AS MÃOS CHEIAS DE NADA


Sempre a mesma gravata ás risquinhas.
Dois telemóveis pousados lado a lado sobre uma folha de papel A4 imaculada e uma caneta aberta, do lado esquerdo de quem escreve com a mão direita, aparecem numa das imagens escolhidas para ilustrar a entrevista em papel do jornal “Grande Porto”, de 2 de Abril de 2010. Nas outras, Pinto Moreira, parece estar a fazer yoga.

Na edição on-line, Pinto Moreira aparece numa única foto, numa pose menos patética mas bem mais preocupante. Num gesto de puro marketing exibe as mãos cheias de nada…parece sorrir.

Na entrevista damos conta que as perguntas do jornalista são mais competentes e interessantes do que as respostas do presidente, ás vezes hilariantes e indesculpáveis mesmo para um aprendiz de político profissional, o que não deixa de ser um paradoxal para quem se gaba de ter feito tão bem o trabalho de casa em plena campanha eleitoral.

Pinto Moreira, assume já, embora ainda lá não tenha chegado, 6 meses de nova gestão após a vitória sobre o PS, mas continua refém de José Mota o que revela uma trágica dimensão psicanalítica.

Voltando à fotografia, ela simboliza o vazio que foram estes seis meses em termos de acção por parte do novo executivo, de incapacidade para executar o seu programa, de falta de obra própria. É a imagem de marca deste presidente, sem passado, sem presente e sem futuro. O que é que lhe fugiu das mão? O que é que ele espera que lhe caia nas mãos? Será aquele o tamanho do “buraco” que encontrou?

Pinto Moreira afirma: “Em 16 anos não se gastou um único prego, uma única lata de tinta, nesses bairros, não se cuidou dos espaços exteriores, não se deram condições de habitabilidade ás pessoas que lá vivem.” De que bairros fala Pinto Moreira? Ou está mal informado ou mal assessorado. Aqui ficam apenas alguns exemplos que acompanhei como técnico. Do antes e do depois.









Mas não foram só as intervenções do PRUM, que, aliás foi reconhecida internacionalmente com uma Menção Honrosa no Prémio Europeu do Espaço Público Urbano 2002, foram também intervenções no Complexo Habitacional de Paramos, a construção dos PER de Silvalde e Anta, este último também premiado pelo INH, que provam o contrário do que Pinto Moreira afirma.

Mesmo para quem passou anos a pedir justiça na barra dos tribunais e a coleccionar senhas de presença na Assembleia Municipal, estas e outras intervenções não deviam ter-lhe passado despercebidas e deviam ser motivo de ponderação antes de afirmar que “não havia uma ligação dos técnicos ao Poder Executivo”, ou que “Não se apostou na educação”, ou, ainda, insinuar que, ao contrário de Gaia, Espinho nada fez nas suas frentes de água!

Sobre o PDM, Pinto Moreira espanta-se: “O processo de revisão do PDM estava a passar completamente ao lado do departamento de urbanismo. Como é possível?”

E agora, o consultor que contratou para a revisão da revisão ao PDM, que antes de ser o seu brain coacher, serviu e serviu-se do executivo de José Mota, conta com o envolvimento do “departamento de urbanismo”? É natural que não, porque esse “departamento” nunca existiu! Existe sim o Departamento de Ordenamento e Ambiente (DOA) e a Divisão de Gestão Urbanística (DGU). Seis meses ainda não foram suficientes para conhecer os cantos à casa! Parece que agora não há é ligação entre o Poder Executivo e os Técnicos…

Só Pinto Moreira se lembraria de contratar para consultor do PDM um arquitecto que tem gabinete em Espinho, projecta para Espinho e passa a ter acesso a informação privilegiada sobre terrenos, projectos, planos,investimentos, etc.! E ninguém investiga!

Apropósito do imenso deserto resultante do enterramento da linha Pinto Moreira diz que “preferia que, no futuro, aquele espaço fosse um boulevard ajardinada”, como se o terreno fosse dele. Isto cheira-me a esturro!…

Em lugar de andar a pensar em alfaces e plantas de cheiro devia fechar rapidamente o processo do concurso e assinar contrato com o consorcio vencedor para a elaboração do projecto de execução. Já perdeu 6 meses.

Por fim, não resisto a transcrever a última pergunta do jornalista: “Que projecto deseja para a cidade de Espinho?”

Ao que Pinto Moreira responde: “Espero que seja uma cidade com futuro. Temos de deixar de viver a ilusão de que Espinho pode viver permanentemente da sua história. Não podemos viver no pasado. Temos de olhar para o futuro”.

Com a devida distância (enorme distância e sabedoria) Jaime Lerner, escreveu:
“A memória da cidade é o nosso retrato de família.”

Nota: Citações do texto de Pedro Sales Dias in Grande Porto de 2/04/10, foto de Pinto Moreira de António Rilo

8
Abr

SÓ SEI QUE ASSINEI


E agora algo de completamente diferente. Sócrates. O homem que lida mal com o seu passado. Qual Calimero, incompreendido, vítima predilecta dos jornalistas, bloguitas e outros opiniáticos, que não medem meios para atingir os seus fins inconfessadamente perversos: o seu assassinato político!

Vem isto a propósito da notícia sobre os seus “projectos” de “arquitectura”. Não está aqui em causa se, à data, o então engenheiro técnico podia ou não podia assinar, se os projectos são maus ou péssimos.

O que acho que há de substancial nesta embrulhada, que já teve desmentidos oficiais, é a sistemática escusa em não assumir a autoria, mas tão somente a responsabilidade pelos projectos, o que nos deixa margem para pensar que a sua assinatura, essa indiscutível, foi de favor, uma prática que, tanto hoje como na época é fraude.

Hoje Sócrates parece-se cada vez mais, como diz um amigo meu, com um “Tunning” político, carregado de extras politicamente correctos: usa teleponto, fala inglês técnico, veste Armani, aparenta bom-gosto, pratica “jogging”, usa palavras-chave como, excelência, rigor, exigência, qualidade, etc

Em suma, está nos antípodas, daquele engenheiro técnico de província que também fazia um “riscos” medíocres, que impunha baixos níveis de qualidade, de apresentação e de assistência ao seu próprio trabalho.

Contudo, essa era a sua verdadeira alma, genuína, não ensaiada nem teatralizada para o espectáculo em que a política se tornou. E esse é o meu (nosso?) receio. Pensar que um homem que não se dá bem com os factos do deu passado, que não assume as suas atitudes e responsabilidades, por artes mágicas do marketing político, apareça com uma imagem regenerada e decida sobre o destino do meu país.

SÓ SEI QUE NADA SEI ASSINEI – Sócrates

8
Abr

ADIVINHE SE FOR CAPAZ


1
Abr

VICKY CRISTINA BARCELONA


Não será, por certo este o título do livro que a CME está a preparar sobre a recente viagem à cidade feiticeira, mas andará lá perto.
Com cerca de 200 depoimentos, fotografias e, até, um DVD com os momentos mais espectaculares da viagem, incluindo, uma acalorada discussão em portunhol sobre a falta de qualidade de uma refeição.
O livro e a sua componente media estarão prontos lá para o início de Maio.
Aguardemos!

22
Mar

A ENTREVISTA (IM)POSSÍVEL


ENTREVISTA ONLINE
Por altura do 100º dia de mandato, sugeri fazer no grupo ESPINHO do Facebook, a primeira entrevista on-line ao Presidente da Câmara Municipal de Espinho, Dr. Pinto Moreira.
Como era de esperar a adesão foi de 100% mas o Presidente, que até é membro do grupo, não respondeu nem deu qualquer justificação.
Assim, imaginamos quais seriam as respostas do putativo entrevistado, para os ainda conseguem ACREDITAR nele.
Avelino Lago
A minha pergunta, engloba três questões:
1 – porque é que não se faz um horário mais flexível na biblioteca desta Cidade;
2 -porque à segunda feira só abre as portas a partir das 14h, “embora sabendo que é um horário nacional”, será que o município não tem poderes para alterar isso?!
3 – que tipo de formação têm os funcionários da biblioteca, “com critérios muito impróprios”?
A nova Biblioteca ainda não abriu…
Foi inaugurada com toda a pompa e circunstância pelo meu antecessor, apenas a dois dias do acto eleitoral com um intuito meramente eleitoralista.
A Biblioteca não tem livros, não tem um quadro de pessoal regular, não tem mobiliário, o que é absolutamente lamentável!
A senhora Vereadora, Dr.ª Manuela Aguiar e a sua equipa estão a produzir um excelente trabalho para resolver imediatamente todos esses problemas.

José António França
Pergunta para o presidente: é sobre a auditoria ao Executivo de José Mota que prometeu, durante a campanha eleitoral, nomeadamente durante o debate na Junta de Freguesia, em que participei como moderador. Houve auditoria? Se houve, qual a empresa que a está efectuar para quando se prevêm os resultados (já era tempo!)? Caso contrário, qual o motivo da sua não realização, em contradição com a promessa eleitoral?
Ainda bem que me faz essa pergunta!
A auditoria foi entregue a uma empresa externa, cujo nome não me ocorre, de momento.
Agora, que o orçamento 2010 foi aprovado, tenho a certeza que lhes podemos pagar e eles vão apresentar resultados.
Posso antecipar-lhe que, no mínimo, ficaremos com um bom Manual de Instruções sobre como se faz uma auditoria e, no máximo, terei um Relatório para dar um ralhete político e rentabilizar a minha imagem nos media, para que não me voltem a chamar “Pinto Ribeiro”.

Como é que é possível que, em pleno sec XXI, a Câmara de Espinho permita a presente degradação do planeamento urbano e da via pública (os maiores bens comuns a todos os espinhenses), dando espaço a buracos, covas, lombas e afins por toda a cidade?
A culpa de tudo isso é do meu antecessor que deixou esta cidade desmazelada e decadente.
No que toca ao planeamento, estamos a rever a revisão do PDM. Contratamos um conhecido arquitecto local, que foi o Mind Coach da minha campanha eleitoral e que, também, projecta para o nosso concelho. É uma espécie de dois em um, que permitirá agilizar todos os processos – os nossos e os dele. A transparência entre mim e ele será total e não vejo nisto qualquer conflito de interesses.
Relativamente à segunda parte da sua questão, o senhor Vereador Dr. Quirino de Jesus, juntamente com os serviços municipais, têm feito um excelente trabalho nessa área já com alguma visibilidade, por exemplo, retirando o desnivelamento da Rua 23, no cruzamento com a Rua 20, onde, eu próprio, bati várias vezes com o meu KIA, no regresso do escritório a casa.
Estamos a requalificar a requalificação!

Diogo Almeida E Silva

Sabendo das horríveis situações em que o anterior executivo deixou a autarquia (financeiramente e cataclismo urbano) quais são as medidas mais prementes a tomar? Ainda há tempo para solicitar apoios ao QREN e quais os apoios que serão solicitados?
Diz bem, de facto são “horríveis” as condições financeiras em que o meu antecessor deixou esta Câmara. Até a mim me dá vómitos e eu sou jurista!
O enterramento da linha de caminho de ferro, lançou a cidade num autêntico estado “cataclismo urbano”, que só tem par em Nova Iorque após o 11 de Setembro. Aguardo um Relatório que mandei elaborar, para tomar medidas adequadas.
Quanto ao QREN, deixe-me dizer-lhe, que não existia na CME uma organização devidamente habilitada para apresentação de candidaturas e projectos de execução junto dos organismos que distribuíam as verbas do QREN, o que é absolutamente inaceitável!
Desperdiçaram uma oportunidade de criar uma empresa municipal, de sub-contratar uma assessoria. Incrível!
E, mesmo assim, as candidaturas faziam-se, eram aprovadas e as verbas chegavam, o que é um paradigma…
Por despacho nomeei mais uma comissão técnica multidisciplinar para fazer um levantamento de todas as instalações da CME e confirmar se não me falta conhecer nenhum gabinete.

Vitinho Rodrigues
Respectivamente ao sector do Turismo, Espinho está demasiado agarrado à praia e ao casino.
E as ideias que surgem do respectivo posto de turismo de Espinho são meras cópias de outros municípios. Sendo eu um aluno a tirar a Licenciatura de Turismo na Universidade de Aveiro, preocupo-me em especial com este sector.
A pergunta prende-se simplesmente com o seguinte, Castro pré-romano de Paramos, Aeródromo, Centro Hípico, Barrinha de Esmoriz/Paramos, Centro Multimeios, espaços de diversão nocturna, o “Museu” situado no Bairro, e até as próprias praias.. o que fazer? Há ideias para recuperação dessas áreas e desenvolvimento das mesmas?
Não consigo conceber Espinho sem o Casino, a Praia e uma loja da Radio Popular.
Vamos elaborar parcerias com todos eles para  catalisar a dinâmica social, cultural e turística, organizando e promovendo eventos de qualidade que chamem gente a Espinho.
Vamos colocar Espinho no mapa.

Miguel Bastos Pires

Penso que larga percentagem dos jovens com habilitações superiores (e não só?) de Espinho são “obrigados” a trabalhar noutras cidades e em muitos casos terão mesmo de deixar de morar em Espinho. Há alguma estratégia para promover a criação e fixação de novas empresas em Espinho?
A culpa de tudo isso é do meu antecessor que nem sequer ia ás reuniões da Junta Metropolitana do Porto e que deixou o concelho com um desemprego elevado e com uma economia local estagnada.
Estamos a trabalhar fortemente nessa área, planificando o futuro e reunindo com investidores.
Já nomeamos uma dúzia de novos assessores e vamos criar novas empresas municipais para a gestão de equipamentos, gestão de recursos hídricos, ambiente, etc.
O senhor Vice-Presidente, Dr. Vicente Pinto e a sua equipa estão a trabalhar afincadamente nesse processo.


Paulo Jesus

Acha correcto que os Bombeiros Voluntários tenham de pagar o estacionamento quando estão no quartel ou ao serviço do Corpo de Bombeiros? Por que razão não são reservados para os Bombeiros os lugares de estacionamento na Rua 27 entre as ruas 16 e 18 e na Rua 16 entre as ruas 19 e 15?
Existe algum Plano de Emergência para o túnel ferroviário? Em caso afirmativo, o mesmo é do conhecimento dos agentes de protecção civil, nomeadamente, Bombeiros, INEM e PSP?
Quando será testado o Plano?
Estamos neste momento sentados à mesa com a concessionária do estacionamento a analisar todas essas questões.
Posso, desde já, adiantar que decidi não vão executar o Parque da Igreja Matriz, que a Rua 23 irá ser rebaixada, mas os acessos ao Parque João de Deus ficarão fora do canal da rua, que esse Parque irá ser reduzido, ficando com menos lugares e mais económico para a concessionária que, em breve irá avançar com a segunda fase dos parcómetros. Não me recordo, assim de repente, quais as vantagens de tudo isto para a Câmara, mas devem ser boas. Pelo menos, o vinho era bom!
O Plano de Emergência já foi testado. Desde que não seja preciso entrar com veículos dos Bombeiros dentro do túnel, tudo bem!
Mas para que querem os Bombeiros levar lá os carros se podem ir de comboio?

Margarida Ferreirinha

Sr. Presidente, vai permitir a construção de mais caixotes em parques públicos, ou recuperar o pouco glamour que resta da cidade?
Sabe onde estão as pedras da calçada que arrancaram aos passeios de Espinho?
A Avenida vai continuar um estaleiro de fim de obra quanto mais tempo?
E as condutas de água a rebentar continuamente para os lados da Académica?
Os poucos palacetes que sobram, vão ter utilidade pública?
Por certo que vamos ter uma cidade e um concelho com muito mais glamour ou não tivesse eu contratado o arquitecto com sentido de sensualidade, para coordenar a revisão da revisão  do PDM. Desculpe perguntar, mas você também escreve na Bancada Central?

Bruno Lopes

Sr. Presidente, na cultura, estão previstos além dos habituais festivais, outro género de eventos, de forma a cativar e motivar a juventude espinhense?
Qual o aproveitamento da esplanada e praia, ao nível de actividades?? Fui no passado verão a Matosinhos, e vi praias e esplanadas cheias de animação. Será que finalmente vamos ter algo parecido??
Parecido não. Melhor!
Estamos a elaborar a praça das Portas do Mar (só o nome lembra-me bacalhau).
Vamos construir apoios de pesca para os pescadores poderem guardar o peixe congelado que vem de Matosinhos e juntar-lhe areia em privacidade.

Raul Carvalho

Qual a posição da autarquia em relação à colocação de portagens na dita IC1 passada a A29. E qual pensa ser o impacto que isso trará para a cidade e seus moradores.

Tal como no TGV serei coerente com as posições que assumi em plena campanha eleitoral.
Sou contra e estou disponível para, em conjunto com outros municípios, encontrar formas de protesto e de luta contra as portagens na A29.

Rita Paupério
Sr. Presidente qual a posição/objectivos desta câmara relativamente à “imagem” de Espinho? Para quando um Departamento de Comunicação e Imagem que possa gerir a forma como Espinho comunica, divulga e informa todas as iniciativas, eventos e a própria cidade? Vamos promover a marca “Espinho”?
Queremos o Município e as empresas privadas a trabalhar concertadamente no desenvolvimento de uma dinâmica turística e económica que integre de forma coerente e complementar a frente de mar e o espaço praia; a hotelaria e a restauração; o turismo de congressos e de negócios; o turismo de saúde e bem-estar; as tradições como a feira semanal e actividade piscatória; o turismo cultural e ambiental.
Queremos colocar Espinho no mapa dos grandes eventos.
Não sei exactamente o que é que isto quer dizer nem quem esta a tratar disto com a sua equipa, mas sei que o estão a fazer um excelente trabalho, até já fomos a Santiago de Compostela.

Brinko Montfermeil

Uma simples pergunta visto que não conheço muito de politica,
que pensa melhorar em Espinho ?
Modéstia à parte, TUDO!
Ainda em campanha eleitoral, fizemos um diagnóstico do que está mal no concelho e apontamos as medidas e as soluções que reportamos eficazes para alterar o actual estado das coisas em Espinho.
Uma vez eleitos só nos resta mudar o que está mal.
Já apresentamos propostas contrair novos Empréstimos a curto prazo; para aprovação de aumento das Taxas, sobre Recursos Hídricos; sobre a utilização de Equipamentos Culturais, Desportivos e Recreativos; de aumento do Tarifário relativo ao fornecimento de serviços de Água, Saneamento e Resíduos Sólidos Urbanos, de aumento das Taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis, lançamos uma Derrama pelo valor máximo permitido por Lei sobre as actividades de natureza comercial, industrial e agrícola e não residentes com estabelecimento estável nesse concelho e aumentamos as Taxas Urbanísticas.
Colocamos (provisóriamente) contentores para apoio à pesca artesanal e vamos colocar sanitários na Feira semanal.
O resto terá de aguardar pois ainda não temos projectos, terrenos, candidaturas e dinheiro.

Paulo Jorge Coelho Paula

Nasci em Espinho à 40 anos. Vivi quase sempre em Espinho (exceptuando a minha passagem por Aveiro, para estudar). Nunca vi a minha cidade tão deprimida, tão suja, tão descuidada e com tão pouca esperança no futuro.
Sou militante do PSD e votei neste presidente.
As minhas perguntas são mais sugestões, mas mesmo assim arrisco a fazê-las.
Porque não se cria um objectivo em Espinho, um objectivo comum, do género: Espinho, cidade amiga dos peões, amiga dos animais (veja-se a quantidade de animais abandonados na rua, que dá á cidade um aspecto terceiro mundista)?
Não seja tão pessimista, nem parece do PSD!
Repare, notam-se já algumas diferenças: uma dinâmica nova  e uma interacção com os serviços, que nunca estiveram tão motivados; uma nova envolvência com os espinhenses, uma disponibilidade e uma capacidade de trabalho maiores.
Como disse o poeta do realismo espanhol do século XIX, Ramón de
Campoamor y Campoosorio “a melhor essência da beleza é o perfume
sem perfume da limpeza”.
Eu quero uma cidade limpa por natureza!
Não há nada mais natural do que a própria natureza!

Cineia Kristensen

Vivi 25 anos em Espinho, hoje estou fora e cada vez que vou ai passar férias, arrependo-me! Espinho tornou se uma cidade sem vida…uma cidade fantasma…deprimente mesmo! Que pena!
Será que vai haver mudanças?
Claro que vai!
O plano de Desenvolvimento Estratégico de cinco vértices já está a rolar.
Os programas Espinho Reabilita, Espinho Amigo, Espinho Investe, Espinho Inova, Espinho Verde, Espinho Praia, Espinho Gest, Espinho Viva, Espinho Junta, Espinho Solidário e os sub-programas, Escola Nova, Vida Bela, Requalificação Urbana, Bairro com Pinta (gosto deste!), Criação de Emprego, Atractividade e Segurança, Espinho Digital, Autarquia Transparente, Limpeza e Asseio, Energias Renováveis, Praia Limpa, Maresia, Gestão Empresarial, Marca Espinho, Eventos, Tradições, Delegação de Competências, Associativismo, os Nossos Jovens e Os nossos Idosos, são para cumprir.
Você nem imagina o trabalho que deu descobrir estes nomes!

Manuela Lima

Um pequena pergunta para uma resposta que Acredito seja frontal. Dr Pinto Moreira, vai ou não vai responder a estas questões? Basta dizer Sim ou não. Em democracia há que aceitar as decisões de cada um…
Minha cara amiga, tenho o meu próprio estilo e personalidade formatados pela minha educação e formação humana e não vou alterá-los pelo facto de ser Presidente da Câmara Municipal.
Espinho sempre foi, e continuará seguramente a ser, uma terra de liberdade, de verdade e de fair play democrático.
Estamos inteiramente disponíveis para o exercício democrático, para sermos escrutinados, fiscalizados e incentivados, quer pela oposição quer pelos cidadãos.
Obviamente que NÃO!

Claudia Soares

Saí de Espinho faz agora 9 anos e sempre que volto vejo que tudo está na mesma. Espinho parou no tempo, está uma cidade feia, triste amargurada. Os mesmos passeios por arranjar desde que eu nasci, os mesmos terrenos abandonados no centro de cidade, os mesmos problemas para resolver mais aqueles que foram sendo criados.
Isto até quando?????
Parafraseando Winston Churchill :
“Os problemas da vitória são mais agradáveis do que aqueles da derrota, mas não são menos difíceis”.
E, invoco, também, a propósito o pensamento do nosso inspirador Francisco Sá Carneiro:
“A Democracia é difícil e exigente, mas dela não nos demitimos” e  “Quero um país em que os idosos tenham presente e os jovens tenham futuro”.
Acho que já não me lembro de mais nada para citar, mas creio ter respondido à sua pergunta.

Liliana Ribeiro

Sr. Presidente Pinto Moreira, tem noção de que um visitante de Espinho, alguém que eventualmente conheça ou não a cidade, que já a tenha visto diferente ou não, no momento em que percorre as suas ruas fica com a nítida sensação de que está numa cidade fantasma?? O vento ecoa pelo vazio que preenche as ruas, a praia… e o quase assustador edifício da Biblioteca, de tão vazio e frio que se apresenta ao mundo…
Neste ainda pequeno período em que ocupa o cargo de Presidente da Câmara, equacionou já as necessidades imediatas de formar uma equipa de gestão?…
Vi o seu sorriso de satisfação no dia do desfile de Carnaval das Escolas, percebi o seu entuasiasmo… mas… o Sr. viu o silêncio e o vazio que se apoderou da cidade assim que as crianças foram embora?
Apenas um exemplo: Que sentido fez, no dia do Desfile de Carnaval, em que se reuniram as crianças em frente ao Centro Multimeios, que as mesmas se sentassem no asfalto, frio e encardido, para aquilo a que chamaram estranhamente de “lanche”, enquanto ao mesmo tempo, um tractor removia as terras e o relvado circundante ao Multimeios??
Gestão. Organização. Planeamento. Seja um observador e…. HAJA!
Importa-se de repetir a pergunta, se faz favor.

Bruno Lopes

Sr. Presidente, esta nos seus planos criar uma rede mais eficaz de transportes públicos?? Rever a localização das actuais paragens de autocarros ( algumas delas em cima de semáforos)?? e final, se está nos seus planos trazer o metro de Gaia até Espinho?
Ainda não perdi a esperança de construir uma marina… Se a concretizarmos será um projecto âncora (soa bem!), um pólo de desenvolvimento e promoção turística do nosso concelho. Porque não ir até Gaia de barco?

Maria João Dias

Qual a sua opinião sobre a oportunidade e localização das obras de rebaixamento da linha de comboio e se considera que é uma obra que envergonha ou enaltece Espinho?
Eu tenho uma ideia, muito própria, que era, encher aquilo tudo de areia.
É a nossa idiossincrasia.
Criar uma praia artificial intermédia, só para banhos de sol. Seriamos a primeira cidade costeira com uma praia em plena malha urbana. Giro, não é?
E 5 milhões de Euros já dá para comprar muita areia.
Para a animação turístico-cultural desse espaço conto com o apoio e colaboração inexcedíveis da Junta de freguesia de Espinho e de Rui Torres, o seu Presidente.

Carlos De Melo Sarria

Para terminar, Sr. Presidente, permitiria a construção de um parque eólico em frente ao nosso pôr-do-Sol?
Porque não?
Estamos a analisar  o estudo de impacto ambiental com a CCDR por causa das gaivotas, mas de certo que será uma forma de pormos a nossa nortada na linha da frente das fontes de energia renováveis, diminuindo custos e tornando o nosso planeta mais sustentável.
Eu gosto das ventoinhas à frente do Sol. Quem não gosta?
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