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14 de Janeiro de 2010

A PONTA DA MEADA

por peixearanha

Há anos que me interrogo porque é que Espinho não se desenmerda?

Para onde fugiu a raça dos primeiros leaders, que colocaram Espinho no mapa, da industrialização, da inovação técnológica, do turismo, do desporto e da cultural?

Porque andamos tantos anos a ver passar os comboios das grandes intervenções na área da habitação social e seus equipamentos de apoio, da ampliação e modernização de redes de infraestruturas básicas, a requalificação urbana e comercial, dos POLIS, dos Polos Universitários, das medias ou grandes superfícies comerciais, os Hospitais e tantas outras áreas de intervenção, a maior parte das quais, apoiadas por quadros comunitários, de que se serviram Gaia, Matosinhos, Vila do Conde, Guimarães, entre outras?

Até ao final dos anos 70, Espinho oferecia aquilo que na altura lhe era exigido como cidade dormitório do Porto: uma malha urbana ortogonal de fácil leitura, um parque habitacional ajustado ás necessidades, indústria local com alguma importância e atractividade, comercio tradicional, património, salas de Cinema e Teatro, Estabelecimentos de Ensino, Hospital, Piscina de 50m, Praias despoluidas, Equipamentos Desportivos, aerodromo, etc.

Não admira que nessa altura Espinho ostentasse uma certa qualidade de vida e, naturalmente,  fosse um bom sítio para se viver ou para passar férias.

Não foi por acaso que o concelho de Espinho foi dos menos flagelados pela emigração e até 1981 demonstrou ter uma elevada capacidade de retenção da sua população.

E agora?

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